Finalmente enche-se o peito de orgulho, enche-se o olho de cor, acabou o desenhar e desmonta-se o pincel gasto e as tintas mortas. Prego na parede, o nome no verso, pendura-se devagar o fim.
Sente-se o quadro, sente-se o futuro, sente-se o ser nosso, espera-se que dure até que a tinta caia, sonha-se com que, o quadro que se pintou, seja na realidade nosso, quando no fundo ele já foi ha muito pintado.