O colchão suplica p'la tua tosca silhueta, os sulcos do teu amor não tardam a esmorecer, e tu onde estás?
O quarto fica sempre mais gelado com um só corpo.
Encontrar-te em todos os homens com quem dormi é evidentemente impossível, nenhum deles me outorgava as asas que tu levaste.
Nunca lhes ofereci os segredos do meu corpo, era sempre menos, era sempre nada.
Volta, repõe os ossos partidos.